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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Arábia Saudita decreta pena de morte para quem carregar Bíblia


O mundo assiste inerte a escalada do terror através dos radicais islâmicos. O Boko Haram, grupo radical da Nigéria, matou 33 pessoas e sequestrou 200. O ataque foi no domingo, mas só nesta quinta-feira (18) chegou ao conhecimento das autoridades. Enquanto que na Arábia Saudita, considerada berço do Islamismo, uma nova lei impõe a pena de morte para quem for pego com uma Bíblia.  O país é regido pelasharia, lei islâmica.
Essa inercia mundial sobre a imposição ideológica tem assustado os cristãos no mundo, que tem sido tratados como cidadãos de segunda classe. Especialmente a cultura judaico-cristã que tem sido ignorada e assolada por criticas e ataques gratuitas. Enquanto os radicais vem sendo protegidos e apoiados como cidadãos de primeira. Um exemplo disso é a recente decisão do Tribunal de Justiça da União Europeia em retirar o Hamas da lista de organizações terroristas da UE.
Na Arábia ao legislar sobre a importação de drogas ilegais, incluiu-se um artigo que aborda “todas as publicações de outras crenças religiosas não islâmicas e que tragam prejuízo”. A ditadura intelectual é ainda pior que a imposta pela força e violência, pois impede o avanço cultural. Ser portador de uma Bíblia naquele país será o mesmo que traficar entorpecentes.
A complacência com que as autoridades mundiais lidam com a escalada do totalitarismo e a ditadura tronou-se perturbadora. A aproximação do governo Obama a ditadura dos irmãos Castro é outro exemplo. Além, é claro, dos ataques contra a Sony por conta de um filme que retrata o ditador norte-coreano Kim Jong-un.
Martin Niemöller, que representa um ícone da resistência ao nazismo, escreveu o seguinte: “Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu.Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei. No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei. No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar.”